15 Dicas para um bom estágio

A primeira impressão é a que fica. E quando se trata de um estágio, causar uma boa impressão no primeiro dia é essencial.

Radioção e Gestação não combinam!

Muitas mulheres grávidas se interrogam quanto ao efeito que as radiações poderão ter sobre o seu filho.

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feliz Natal e um próspero Ano Novo!!!

Que neste próximo ano,
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.

Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.

Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.

Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.

Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.

Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.

Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.

Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.

Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.

Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.

Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.

Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Radiação e Gestação não combinam!

Muitas mulheres grávidas se interrogam quanto ao efeito que as radiações poderão ter sobre o seu filho. Em geral, é melhor evitar nos primeiros 3/4 meses de gravidez.
As radiografias utilizam raios “X”, capazes de danificar o DNA e de gerar radicais livres.

Todavia, com os aparelhos atuais, ao tirar uma única radiografia está exposta a doses de radiação muito abaixo do limiar crítico para o feto. A exposição a doses altas, no entanto, pode comportar riscos, agrupados em três categorias:

  • Tumores: A exposição intra-uterina a doses altas de radiações acarreta um leve aumento dos tumores infantis, sobretudo leucemias. A percentagem de leucemia é normalmente de 3,5 para cada 10 000 crianças e passa a 5 para 10 000 para as crianças expostas, na vida intra-uterina, a altas doses de radiações.
  • Malformações fetais: Altas doses de radiações causam alteracoes no sistema nervoso central, provocando atrasos mentais e microcefalia. Tais danos são manifestados quando a exposição ocorre entre a 10º e a 17º semana de gravidez. Assim, é preferível não se submeter a radiografias neste período.  
  • Mutações nos genes do embrião: As doses altas de radiações podem provocar modificações nos genes do embrião que serão transmitidas às gerações seguintes. Em todo o caso as doses que podem provocar tais mutações são muito superiores às que são empregues nas radiografias comuns.
Resumindo pode-se afirmar que quando se é submetido a uma única radiografia o risco para o feto é insignificante devido às doses baixas a que se está exposto. Assim, se a doença de mãe necessita do uso de raios X não deverão existir hesitações na prescrição do exame necessário.

Por outro lado os raios X não urgentes deverão ser evitados entre a 10ª e 17ª semana de gravidez, o período de maior sensibilidade do sistema nervoso central do feto.

Em se tratando de gravidez, embora os riscos ligados a radiografias diagnósticas sejam baixos, os especialistas recomendam que as gestantes adiem mesmo assim exames não urgentes para depois do parto. Se o seu médico considerar que um raio X é necessário para algum problema específico, procure se tranquilizar, lembrando que a quantidade de radiação que o bebê receberá estará provavelmente dentro de uma faixa de segurança.
Mas não é porque o paciente irá receber pouca radiação, que eu não devemos protegê-lo. O uso de coletes de chumbo conhecidos como “Vestimenta Plumblífera” é OBRIGATÓRIO. Esta vestimenta deve estar presente em todos os consultórios e clinicas radiológica, e devem ser colocadas nos pacientes antes das tomadas radiográficas.
Por este motivo é importante que no dia do exame, não deixe de mencionar que está grávida, assim poderá ser mais bem protegida com uma espécie de colete de chumbo.

Se você trabalha em um ambiente próximo a fontes de radiação, converse com seu chefe sobre formas de reduzir ou eliminar a sua exposição.

No caso de ter sido submetida a sessões de radioterapia antes de saber que estava grávida, pergunte ao oncologista sobre a quantidade de radiação a que o bebê pode ter sido exposto, e converse com seu obstetra sobre possíveis exames genéticos e ultrassons mais detalhados do bebê.

As 10 coisas que todo paciente deveria saber.


1 – 
O que são raios X? 

Os raios X (usados em tomografia computadorizada, radiologia convencional, mamografia,...) são uma forma de radiação, assim como a luz visível, porém com grande capacidade de penetração, podendo atravessar o corpo humano. Utilizando equipamentos e técnicas apropriadas, os raios X podem produzir imagens das estruturas internas do corpo para verificar doenças ou outros problemas. 

2 – Os raios X diagnósticos podem fazer mal?

 Geralmente não. A dose de radiação envolvida na maioria dos exames de raios X, tanto em técnicas convencionais quanto nas digitais, é bem pequena. A preocupação é com a repetição de exames. Doses relativamente altas em exames de TC (Tomografia Computadorizada) e procedimentos intervencionistas aumentam a chance de câncer relacionado à radiação.

3 – Qual é a dose de radiação mais comum? 

Dose de radiação, ou simplesmente dose, é geralmente descrita usando a grandeza dose efetiva, expressa em milisievert (mSv). A dose efetiva representa a dose de corpo inteiro que causaria o mesmo risco de câncer causado por doses distribuídas a diferentes órgãos específicos do corpo. A dose efetiva estima o risco relativo entre diferentes procedimentos que utilizam radiação.

Há diversas maneiras para descrever a dose de radiação, mas estas não são explicadas aqui.

4 – A radiação que recebemos de forma natural é diferente? Como? 

Todas as pessoas são expostas à radiação do ambiente, como a radiação cósmica, radiação da terra, dos alimentos e até do nosso próprio corpo. Essa radiação (raios gama) é similar aos raios X utilizado no diagnóstico médico. Dependendo do local onde se vive, um indivíduo é exposto de 1 até 3 mSv por ano, sendo a média mundial de 2.4 mSv/ano. Há alguns lugares que os habitantes são expostos a 10 mSv/ano. Podem-se comparar essas doses com as doses de radiação envolvidas em exames de raios X, como dadas abaixo.

5 – Todos os exames geram altas doses de radiação? 

Não. Exames diferentes fornecem diferentes quantidades de radiação. O mais comum exame de raios X é o de tórax (vista frontal – AP ou PA). Este fornece uma dose média de cerca de 0,02 mSv. No contexto da radiação que somos expostos de fontes naturais, esta é uma dose relativamente baixa.

Na tabela a seguir há uma lista de doses de pacientes em exames radiológicos mais usuais, bem como o número equivalente de raios X de tórax para a mesma dose efetiva.

Exame
Dose Efetiva Média (mSv)
Equivalente e Rx de Tórax
Rx de Crânio
0,1
5
Rx Coluna Torácica e Lombar
1,0 - 1,5
50 -75
Mamografia
0,4
20
Rx de Pelve/Quadril/Abdome
0,6 – 0,7
30 - 35
Rx de Joelho/Outras extrem.
0,001 – 0,005
0,05 – 0,25


6 – Há um limite de radiação que eu possa receber? 

Não. Geralmente o benefício dos raios X são maiores que o risco da exposição à radiação.

Desta forma, nenhuma organização internacional estabeleceu um limite para a dose do paciente. O risco associado à radiação é considerado aceitável para a justificativa médica dos exames. O físico de referência e o radiologista são responsáveis por assegurar que o benefício ao paciente seja maior do que os riscos inerentes à radiação.

7 – Qual o risco de câncer causado pela radiação? Esse risco pode aumentar? 

O risco de câncer induzido pela radiação é baixo, porém pode aumentar. Em cada novo exame o paciente aumenta ligeiramente o risco. Manter a mínima quantidade de dose, porém com boa qualidade de imagem diagnóstica é o recomendado.

A probabilidade de câncer causado pela radiação aumenta de 5% a 6% para cada 1000 mSv de dose. O aumento do risco de câncer decorrente da maioria dos exames de raios X é pequeno em comparação com o risco de câncer que ocorre naturalmente, esse varia entre 14% e 40%.

8 – Mulheres grávidas podem fazer exames com uso de raios X? 

Enquanto os benefícios clínicos forem maiores do que o potencial risco de exposição à radiação, nada impede o uso de raios X na gravidez.

Com equipamentos modernos, boa técnica e consciência em proteção radiológica, os exames de cabeça, pés, pescoço, ombros e até no peito podem ser efetuados com segurança durante a gravidez. Para outros exames, considerações específicas são necessárias.

As mulheres devem informar aos profissionais da saúde que lhe atender sobre a gravidez ou a possibilidade de gravidez. Tendo tido conhecimento desta informação, para diagnósticos na região abdominal e pélvica, especialmente para procedimentos que envolvam altas doses (tomografia computadorizada e fluoroscopia), o profissional de saúde envolvido, em cooperação com o Serviço de Física Médica e Radioproteção, especialista em proteção radiológica, irão investigar benefícios e riscos.

9 – É seguro para as crianças serem expostas aos raios X em exames de diagnóstico por imagem? 

Não há restrições para o uso de raios X em crianças, desde que o benefício clínico seja maior do que os potenciais riscos de exposição a radiação. Alguns órgãos das crianças têm uma maior sensibilidade à radiação do que os adultos. As crianças também têm uma maior expectativa de vida. Portanto, técnicas de imagem que não usam radiação ionizante devem ser consideradas como uma alternativa.

Procedimentos radiológicos de crianças devem ser planejados individualmente e limitados ao que é suficiente para um correto diagnóstico.

10 – Existem alternativas de imagem mais seguras do que o diagnóstico com uso de raios X? 

Sim. Apesar do risco de um único exame de raios X ser muito pequeno, é uma questão de minimização de risco. Exames de imagem sem o uso de radiação ionizante como ressonância magnética (MRI) e ultra-som (US) devem sempre ser consideradas, quando apropriadas. Ao contrário dos raios X, estas técnicas não aumentam o risco de câncer. No entanto nem sempre é possível substituir exames com raios X por outros exames de diagnóstico.

Há outras considerações que envolvem risco, uma vez que não são raros os exames em que são necessários a sedação de crianças pequenas para exames de MRI, o que na maioria dos casos não é necessário em um exame de TC.